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Reis Magos: realidade ou lenda? Simbolismo ou convenção?

4 de janeiro de 2017

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Dia 6 de Janeiro, a cristandade comemora-se o Dia de Reis, isto é, a visita dos Reis Magos ao menino Jesus. O relato está no Evangelho de Mateus (2, 1-12) que informa que os Reis Magos foram guiados à manjedoura de Belém por uma estrela misteriosa. Foram, antes, recebidos por Herodes, em uma reunião secreta. Herodes lhes indicou para seguir a Belém. Uma vez lá, eles colocaram três presentes diante da manjedoura: ouro, incenso e mirra.

Nada disso, porém, é aceito integralmente, sem reservas, pelos historiadores. A história dos Reis Magos está povoada de incertezas e de elementos que antecedem o cristianismo. Sequer o Dia de Reis é consenso entre os cristãos. Os gregos cristãos, por exemplo, comemoram no 6 de janeiro o batismo de Cristo, enquanto os etíopes e armênios celebram o Natal nesta data.

Até onde este relato é real e fantasioso?

Os restos mortais dos Reis Magos

Na nave central da Catedral de Colônia, Alemanha, encontra-se uma magnífica urna de ouro e de pedras preciosas. Segundo uma tradição milenar, ali estão os restos mortais dos três Reis Magos. As relíquias teriam sido descobertas no século IV, na Pérsia, por Santa Helena (Flávia Julia Helena), mãe do imperador romano Constantino.

Relicário dos Reis Magos, catedral de Colônia, Alemanha.

Relicário dos Três Reis Magos, obra de Nicolás de Verdun (1130-1205), catedral de Colônia, Alemanha.

Helena (250-330) foi uma personagem importante na história do cristianismo. Algumas tradições fazem dela responsável pela conversão do filho que, no ano 313, tinha mandado publicar o Édito de Milão ou Édito da Tolerância que deu ao cristianismo (e a todas as outras religiões) o estatuto de legitimidade comparável com o paganismo. A partir de então, os cristãos deixaram de ser perseguidos e puderam exercer livremente seus cultos e pregações.

Já idosa, com setenta e sete anos, Helena fez uma peregrinação à Palestina onde se dedicou a identificar os locais relacionados à vida de Jesus Cristo e, em cada um, mandou erguer uma igreja. Assim, ela “descobriu” o local de nascimento (Igreja da Natividade), a gruta onde Jesus foi enterrado (Igreja do Santo Sepulcro), o local onde Cristo apareceu pela última vez aos apóstolos (Basílica da Ascensão, no Monte das Oliveiras), a cruz e os cravos da crucificação de Jesus (ela descobriu três cruzes e, por meio de um milagre, identificou qual era a “verdadeira”).

Com tantos feitos, atribuiu-se a Helena a descoberta dos restos mortais dos Reis Magos. Eles teriam sido trazidos da Pérsia ou da Índia, conforme a versão, e foram levados para a igreja de Santa Sofia, em Constantinopla, capital do Império Romano de Oriente. No século VI, foram transferidos a Milão, capital imperial no Ocidente.

Em 1164, o imperador Frederico Barba Roxa saqueou Milão e transferiu as relíquias para a catedral da cidade de Colônia. A afluência de fiéis para ver as relíquias tornou-se tão grande que a catedral precisou ser reformada e ampliada dando lugar à magnífica igreja gótica que hoje conhecemos.

Em 1864 e novamente em 2004, o relicário foi aberto revelando conter partes dos esqueletos de três homens. Seus crânios indicavam pessoas com idades diferentes: um jovem, um de meia-idade e outro idoso. A investigação não avançou muito além disso. Retornemos ao relato mais antigo a respeito dos Reis Magos: a Bíblia.

Detalhe do relicário dos Reis Magos.

Detalhe do relicário dos Três Reis Magos, catedral de Colônia, Alemanha.

Os Reis Magos no Evangelho de São Mateus

O evangelho de Mateus, cuja autoria é hoje contestada por especialistas, teria sido escrito entre 70 e 115 d.C. É o único livro que relata e descreve a visita dos Magos.

  1. Tendo, pois Jesus nascido em Belém da Judeia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magos do Oriente chegaram a Jerusalém.
  2. Perguntaram eles: Onde está o recém-nascido rei dos judeus? Vimos a sua estrela no Oriente e viemos prestar-lhe homenagem.
  3. Quando ouviu isso, o rei Herodes ficou perturbado e, com ele, toda Jerusalém.
  4. Convocou todos os sacerdotes-chefes e mestres da lei e perguntou a eles onde o Cristo deveria nascer.
  5. Disseram-lhe: “Em Belém, na Judeia”, porque assim foi escrito pelo profeta:
  6. E tu, Belém, terra de Judá, não és de modo algum a menor entre as cidades de Judá, porque de ti sairá o chefe que governará Israel, meu povo (Miquéias 5, 1).
  7. Então Herodes chamou secretamente os magos e perguntou-lhes sobre a época exata em que o astro lhes tinha aparecido.
  8. Mandou-os, então, a Belém, recomendando: Ide e informai-vos bem a respeito do menino. Quando o tiverdes encontrado, comunicai-me, para que eu também vá adorá-lo.
  9. Depois que o rei assim lhes ordenou, partiram. E eis que a estrela, que tinham visto no Oriente, os foi precedendo até chegar sobre o lugar onde estava o menino e ali parou.
  10. Quando viram a estrela sentiram uma grande alegria.
  11. Entrando na casa, acharam o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se diante dele, o adoraram. Depois, abrindo seus cofres, ofereceram-lhe como presentes: ouro, incenso e mirra.
  12. Avisados por Deus em sonho, de não tornarem a Herodes, voltam para sua terra por outro caminho. (Mateus, 2: 1-12).

Como se lê acima, Mateus não se refere aos magos como “reis”, não cita seus nomes nem seus países de origem, não esclarece se eram todos homens e sequer afirma que eram três, mas “uns magos”.

Segundo a tradição do catolicismo ortodoxo da Síria, foram doze reis magos. Já os cristãos chineses afirmam que eram quatro afirmando que um sábio chinês também visitou o menino Jesus.

O número três pode ter sido uma dedução simplista por causa dos três presentes. Nada indica, porém, que cada um trouxe um presente. Os reis magos (que poderiam ser três, cinco, dez ou mais) poderiam ter ofertado os presentes em nome do grupo, e não, individualmente.

Quem disse que os magos eram reis?

O messias “rei dos judeus” era anunciado por antigas profecias que diziam que seu reinado seria superior a todos os demais, e que todos os reis, inclusive os rivais, “colocariam-se a seus pés”. Assim aparece em Salmos 71 (ou 72, conforme a versão):

Os reis de Társis e das ilhas lhe trarão presentes; os reis da Arábia e de Sabá hão de pagar a ele o seu tributo. Todos os reis da terra hão de adorá-lo, hão de servi-lo todas as nações. (Salmos 71-72: 10-11)

Uma tradição nascida do início da Idade Média confirmou a profecia transformando os magos em reis que vieram saudar o recém-nascido reconhecendo-o como o “rei dos reis”.

Quem deu nome aos magos?

O manuscrito Excerpta Latina Barbari, de Alexandria, escrito por volta do ano 500, traz uma longa cronologia de governantes desde Adão até o ano 387 d.C. Nele está a mais antiga menção aos nomes dos Magos: Bithisarea, Melichior e Gathaspa. O catolicismo etíope e o armênio, contudo, não concordaram com esses nomes e batizaram os magos com outros nomes.

Reis Magos, mosaico

Três Reis Magos, mosaico, igreja de São Apolinário Novo, c. 565, Ravena, Itália. Uma das representações mais antigas dos reis magos. Na parte superior do mosaico, lê-se seus nomes. Eles foram representados usando gorros frígios, chapéu originário da Ásia Menor.

Foi o monge beneditino inglês São Beda, o Venerável (673-735) que,  seu tratato Excerpta et Colletanea, que deu forma e origem às figuras dos reis magos que a iconografia e a tradição cristalizaram. São Beda associou os reis magos a regiões do mundo antigo: Melchior, rei da Pérsia; Gaspar, rei da Índia; Baltazar, o único negro, rei da Arábia.

Melchior era velho de setenta anos, de cabelos e barbas brancas, tendo partido de Ur, terra dos Caldeus. Gaspar era moço, de vinte anos, robusto e partira de uma distante região montanhosa, perto do Mar Cáspio. E Baltasar era mouro, de barba cerrada e com quarenta anos, partira do Golfo Pérsico, na Arábia Feliz”. (Excerpta et Colletanea. São Beda)

Os nomes tinham significado: Melchior quer dizer “Meu Rei é luz; Gaspar, “Aquele que vai inspecionar; Baltasar, “Deus manifesta o Rei”. Os três representavam povos de todo mundo, segundo a visão da época, e culturas de diferentes épocas históricas.

A estrela de Belém

O evangelho de Mateus menciona o aparecimento de uma estrela à época do nascimento de Jesus e que guiou os reis magos até o local onde estava o recém-nascido. A “estrela de Belém” citada por Mateus poderia ser um cometa, fenômeno que os antigos observavam com frequência.

No outono de 12 a.C., há registros de que um cometa foi visto nos céus de Roma e também na Judeia, o que foi considerado um fato benéfico indicando que os deuses exaltavam o templo de Herodes, recém-concluído. Esse é o único registro de cometa na época.

Registros astronômicos chineses também se referem a este cometa. Segundo os astrônomos, o cometa de 12 a.C. era uma aparição grande e brilhante do cometa de Halley, visto pela última vez em 1985-1986.

Os Reis Magos e a Ordem dos Templários

A narrativa mais elaborada que conhecemos dos Reis Magos provém da Historia Trium Regum (“História dos Três Reis”), de 1375, escrita pelo monge carmelita alemão John of Hildesheim. Nesta compilação, os três sábios, chamados Melchior, Gaspar e  Balthazar, são os reis da Ind, Pérsia e Caldeia. Depois de uma ampla descrição da estrela, o autor conta que os reis magos partiram de seus países acompanhados de uma grande comitiva viajando em camelos, mulas e cavalos. Eles se encontraram nos arredores de Jerusalém e, juntos, seguiram até Belém.

Na viagem de volta, eles continuaram juntos até alcançarem Colina de Vaws ou Colina da Vitória, na fronteira da Índia, em cujo topo foi avistada, pela primeira vez, a Estrela. Ali, os três ergueram uma capela ao Menino-Deus e combinaram se reunirem no mesmo lugar uma vez no ano. Decidiram, também, que ali seriam enterrados. Alguns anos depois, pouco antes do Natal, pressentindo que suas vidas estavam chegando ao fim, os três reis magos rumaram para Colina da Vitória onde morreram e foram sepultados em uma enorme tumba.

John of Hildesheim narra, ainda, que, por volta de 1200 (época das Cruzadas), uma delegação de homens nobres de Vaws  foi visitar a próspera cidade de Acon (também conhecida como Akers ou Acre), no reino de Jerusalém. Levaram muitos presentes, incluindo um diadema de ouro que pertencera a Melchior, o rei que presenteou Jesus com ouro. Era adornado com cruzes, letras e estrelas em alusão à Estrela de Belém. A coroa possuía poderes milagrosos como curar doenças, cicatrizar feridas e proteger seu portador da morte.

A coroa de Melchior foi entregue ao Grão-Mestre da Ordem dos Cavaleiros Templários juntamente com outros objetos de valor. Após a dissolução da ordem, o diadema foi perdido causando grande sofrimento a todo povo. A história do diadema de Melchior tornou-se legendária como o Santo Graal, a Lança de Longino e a Arca da Aliança.

É John of Hildesheim que conta, também, como os restos mortais dos reis magos foram transferidos a Constantinopla por ordem de Santa Helena e, depois, como chegaram a Milão e daí à Colônia, onde se encontram até hoje.

Adoração dos Magos, Florença, Itália.

Adoração dos Magos, de Gentile da Fabriano (1370-1427), Galleria degli Uffizi, Florença, Itália.

Simbolismo dos Reis Magos

A história de Mateus sobre os reis magos é vaga e não se confirma historicamente. O episódio, se verdadeiro, seria algo importante demais para constar em apenas um dos evangelhos. Menos verossímil ainda é a narrativa de John of Hildesheim que descreve três enormes comitivas reais vindas de terras longínquas – fato impossível de passar despercebido no Império Romano.

A narrativa dos reis magos explica-se mais pelo imaginário medieval. Ao contrário do homem contemporâneo, racional e cioso de comprovação, o homem da antiguidade e do medievo considerava o simbólico mais importante do que o histórico. O simbólico dava-lhe um sentido profundo, metafísico e teleológico aos acontecimentos, enquanto a história era vista como uma narrativa mundana e temporal, marcada por uma sucessão de fatos, batalhas e reis. E é pelo simbolismo que se deve buscar entender a construção desse relato.

Os personagens vindos do Oriente são magos, isto é, sábios, detentores de conhecimentos astronômicos e ocultos. Neste sentido, a adoração a Jesus é a aceitação de que seus ensinamentos ultrapassavam, em sabedoria, os conhecimentos dos magos. Ensinamentos que abrangem, simbolicamente as três idades da vida (representadas pelas idades dos reis magos) e todas as partes do mundo.

As idades dos Reis constituem uma escala que conduz à busca de Deus: “A idade avançada do primeiro (Melchior) nos ensina a guardar um caráter sóbrio; a juventude do segundo (Gaspar) nos incita a seguir os mandamentos de Deus; a idade perfeita do terceiro (Baltazar) nos aconselha a levar uma vida perfeita em todas as coisas” (BAGLIANI, 2002).

As oferendas também tem um significado simbólico:

  • ouro: reservado aos reis, atestava o reconhecimento da realeza e a glória de Jesus;
  • incenso (ou olíbano):  reservado aos sacerdotes e deuses, era o reconhecimento da divindade de Jesus;
  • mirra: usada para embalsamar corpos, representava a imortalidade e a ressurreição.
Reis Magos, de Andrea Mantegna

Reis Magos, de Andrea Mantegna (1431-1506), Museu J. Paul Getty, Los Angeles, EUA. Uma visão renascentista dos reis magos como representantes de todas as etnias.

O Dia de Reis: 6 de janeiro

O dia 6 de janeiro foi, inicialmente, celebrado como dia de Natal. Era designado por Epifania, palavra de origem grega (epiphanei) que significa “aparição” ou manifestação de Deus. O termo antecede o cristianismo: era empregado pela mitologia grega em referência aos deuses que apareciam aos homens como Zeus, Atena, Dionísio, Deméter, Afrodite, Ares e Artêmis.

A partir de 354, o Natal passou a ser comemorado no solstício de inverno (25 de dezembro, originalmente, data da festa pagã ao deus Mitra). O dia 6 de janeiro consagrou-se como Dia de Reis, a Epifania cristã. Fazia parte do ciclo de Natal, cujo conteúdo e significado derivam das celebrações pagãs da Luz. A partir dessa data, os dias curtos do solstício de inverno, começam a alongar significativamente, isto é, a cada dia há mais luz.

A comemoração da Epifania doze dias depois do Natal é, também, altamente simbólica: o número 12 representa a totalidade (12 meses, 12 horas, 12 deuses do Olimpo, 12 tribos de Israel, 12 apóstolos etc.). Ajustavam-se, dessa forma as celebrações pagãs ao calendário cristão.

Até o final do século IV, a Epifania era a única grande festa cristã “da manifestação de Cristo no mundo”. Os pais da Igreja, como João Crisóstomo (347-407), estabeleceram três comemorações na festa da Epifania: a adoração dos Reis Magos, o batismo de Jesus no rio Jordão e as bodas de Canaã onde aconteceu o primeiro milagre. Com o tempo, a adoração dos Reis Magos impôs-se como único evento comemorado no 6 de janeiro.

Nem toda cristandade, contudo, festeja o Dia de Reis no dia 6 de janeiro. Os cristãos gregos, por exemplo, comemoram nesta data o batismo de Cristo, enquanto os etíopes e armênios celebram o Natal.

A versão armênia

A Armênia, um país que faz fronteira com a Turquia, foi uma das primeiras regiões a adotar o cristianismo. De acordo com a tradição, a Igreja Armênia foi fundada por dois apóstolos de Jesus, São Judas Tadeu e São Bartolomeu que pregaram entre os anos 40 e 60 quando começaram a surgir as comunidades cristãs. Em 301, a Armênia se tornou o primeiro país oficialmente cristão do mundo, declarando-o religião oficial do Estado.

O país guarda importantes registros dos primeiros tempos do cristianismo que nem sempre confirmam as tradições cristãs ocidentais. Na versão armênia dos reis magos, por exemplo, Gaspar era o mais velho dos três e faleceu na viagem de volta antes de atingir seu país. Foi enterrado em território armênio e para abrigar seus restos mortais construiu-se mosteiro Sourp Kaspari Vank, hoje em ruínas.

Para saber mais, veja o artigo na revista digital The Armenia Weekly enviado por Agop Sasuntsi a quem agradecemos a colaboração.

Fonte

  • Bíblia. Mensagem de Deus. São Paulo: ed. Loyola, 1989.
  • BAGLIANI, Agostino Parvicini. As idades da vida. In: LE GOFF, Jacques & SCHMITT, Jean-Claude. Dicionário temático do ocidente medieval. V. 1. Bauru, SP: EDUSC; São Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 2002.
  • C’est sa fête: Épipahnie. Revista digital Herodote.net
  • Excerpta Latina Barbari. Texto completo (em inglês).
  • LURKER, Manfred. Dicionário de simbologia. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
  • HILDESHEIM, John of. The Three Kings of Cologne (A legend of the Middle Ages). Adaptado por H. S. Morris.
  • HILDESHEIM, John of. The Three Kings of Cologne: an early English translation of the “Historia Trium Regum”.
  • ROSE, Mark. The Three Kings & the Star. Revista digital Archaeology Archive. 21 Dez. 2004.

Para ir além

Agradecemos a colaboração de Luiz Fernando Pina Sampaio que sugeriu as indicações bibliográficas abaixo sobre o tema.

  • CROSSAN, J. D.; BORG, M. J. O primeiro Natal. Tradução de Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2008.
    GALVÃO, A. M. A revelação de Jesus: na visita dos “Reis Magos” a Belém. São Paulo: Editora Ave-Maria, 2002.
    HILDESHEIM, J. O livro dos Reis Magos. São João do Estoril, Portugal: Lucerna, 2004. (Doc. Histórico).
    LÉGASSE, S. As festas do ano. Fundamentos escriturísticos. São Paulo: Edições Loyola, 2010.
    MACCA, M.; ALMEIDA, A. Santos Reis: protetores dos viajantes. São Paulo: Planeta do Brasil, 2003.
    PESSOA, J. M.; FÉLIX, M. As Viagens dos Reis Magos. Goiânia: Editora da UCG, 2007.
    POLO, M. O Livro das Maravilhas: a descrição do mundo. Porto Alegre: L&PM, 2009. (Doc. Histórico)
    RATZINGER, J. A infância de Jesus. São Paulo: Planeta, 2012.
    SILVA, A. M. F. Reis magos: história, arte, tradições: fontes e referências. Rio de Janeiro: Léo Christiano Editorial, 2006.
    TAHAN, M. A estrela dos Reis Magos na História e na Poesia. São Paulo: Saraiva, 1964.
    VARAZZE, Jacopo de. Legenda áurea: vidas de santos. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. (Doc. Histórico).
    VERMES, G. Natividade. Rio de Janeiro: Record, 2007.

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Eduino de Mattos
Eduino de Mattos
3 anos atrás

Joelza, Obrigado. * PUBLIQUEI EM MINHA PÁGINA, MOMENTO MUITO OPORTUNO PARA “REAVALIAR”,…pois a construção (catolicismo) de UM CENTRO DE PODER PARA DOMINAR OS POVOS & CONSTRUIR “UMA CULTURA DE DOMÍNIO”,…não deve ficar IMPUNE,…acompanho (dentro das poucas condições) uma situação criada (após a IDADE MÉDIA) quando esta “criação” começou a Perder Poder, e seus dirigentes ERAM PARTE INTEGRANTES DO ESTADO, e provocaram o MAIOR ASSASSINATO NA HISTÓRIA MUNDIAL, A INQUISIÇÃO, até então não se tem o número exato DE FAMÍLIAS DESTROÇADAS, MORTAS NA FOGUEIRA, FILHOS E BENS CONFISCADOS, A BARBÁRIE APLICADA EM NOME DE DEUS, DE JESUS CRISTO,…isto tudo aconteceu CONTRA… Read more »

Ana Carolina Rodrigues
Ana Carolina Rodrigues
3 anos atrás

Excelente texto! Parabéns!

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