Fim da Grande Marcha, de Mao Tsé-Tung, China

20 de outubro de 1935

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Em 20 de outubro de 1935, terminava a Grande Marcha do Exército de Libertação Popular, denominação das tropas do Partido Comunista Chinês (PCC).

O exército comunista, liderado por Mao Tsé-Tung, composto por 100 mil homens (soldados e camponeses) percorreu 9.650 por quase um ano (de 16/10/1934 a 20/10/1935) em condições extremamente duras. Durante a jornada, morreram cerca de 80% do contingente incluindo um irmão de Mao Tsé-Tung.

A marcha foi uma retirada para fugir à perseguição do exército do Kuomintang ou Partido Nacionalista Chinês, que, desde 1925, estava nas mãos do anticomunista Chiang Kai-shek. A China era, então, uma república, que havia sido proclamada com a deposição da dinastia Quing ou manchu em 1911. Desde então, o país passou por uma convulsão política que culminou, em 1928, com Chiang Kai-shek ordenando o massacre de comunistas em Xangai e outras cidades.

Em 1934, as forças nacionalistas cercaram as tropas comunistas, forçando-as a abandonar as suas posições no Sul, o que deu origem à Grande Marcha. Enquanto atravessavam o território chinês, o Exército Vermelho foi pregando o comunismo para seus habitantes.

A Grande Marcha consagrou Mao Tsé-Tung como principal líder da Revolução Chinesa que, em 1º de outubro de 1949, conquistou o poder e proclamou a República Popular da China.

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Abertura

  • Foto de Mao Tsé-Tung durante a Grande Marcha.

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