23 filmes sobre a República Velha, 1889 a 1930

15 de julho de 2015

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Os movimentos sociais e políticos da República Velha inspiraram filmes e documentários, alguns deles ganhadores de prêmios internacionais. Adaptações de romances consagrados para as telas também ganharam destaque em produções que reconstituem cenários urbanos ou rurais da primeira metade do século XX. Entre tantas opções, incluindo remakes, sugerimos ao professor distribuir um filme para cada grupo de alunos e, depois, promover um debate confrontando versões sobre um mesmo acontecimento ou período histórico.

Obs.: As sinopses foram extraídas do catálogo da Cinemateca Brasileira. Os filmes indicados no YouTube podem ter sido retirados por questão de direitos autorais. Neste caso, é necessário refazer a busca na Internet. Filmes mais recentes podem ser encontrados em locadoras, cine-clubes e na Netflix.

01 – Policarpo Quaresma, herói do Brasil

Adaptado do romano “O triste fim de Policarpo Quaresma”, de Lima Barreto, conta a história do major Policarpo Quaresma (Paulo José), um visionário que ama o seu país e deseja que o tupi-guarani seja adotado como idioma nacional. Ele tem o apoio de sua afilhada Olga (Giulia Gam) por quem nutre um afeto especial e Ricardo (Ilya São Paulo), trovador e compositor de modinhas. Policarpo consegue advogar em temas tão atuais como a reforma agrária, a moralização da política nacional, a valorização da cultura indígena, o direito de manifestação e a honestidade de princípios. Acaba se envolvendo em fatos históricos ocorridos do governo de Floriano Peixoto (Othon Bastos).

Direção de Paulo Thiago. Brasil, 1988. Clique aqui

 02 – Fitzcarraldo

Apesar da história se referir à Amazônia peruana, o filme reconstitui a sociedade amazônica do final do século XIX, no apogeu da exploração da borracha que atraiu comerciantes e aventureiros em busca de fortuna. Neste ambiente, o irlandês Brian Sweeney Fitzgerald (“Fitzcarraldo”, na pronúncia dos nativos) sonha em construir um teatro de ópera em Iquitos, no Peru, e ali levar o tenor italiano Enrico Caruso para cantar. Para realizar seu sonho, não mede esforços, embrenhando-se na mata com um barco a vapor de 160 toneladas. As filmagens, realizadas em Iquitos, foram difíceis. Cinco semanas depois de iniciadas, com 40% do filme já rodado, o ator principal, Jason Robards, ficou doente, acometido por grave desinteria, e foi obrigado a cancelar sua participação. Herzog teve que buscar outro ator (Klaus Kinski) e refazer toda a filmagem. Foram eliminadas cenas e personagens entre eles o assistente de Fitzcarraldo interpretado por Mick Jagger que precisou deixar as filmagens para trabalhar com os Rolling Stones no álbum “Tatoo You”. Direção de Werner Herzog. Alemanha, 1982. Clique aqui

 03 – A chacina dos coronéis. O tronco

No início do século XX, a disputa pelo poder entre grandes fazendeiros e coronéis de Goiás leva à chamada “guerra dos Lemos”. O coletor de impostos Vicente Lemos (Ângelo Antônio) é enviado da capital para combater o domínio absoluto do patriarca Pedro Melo (Rolando Boldrin), seu parente. Este manda incendiar o prédio da coletoria onde Vicente guarda os documentos. O governo reage enviando soldados o que vai desencadear a guerra com violências de ambos os lados. Envia também o juiz Celso Carvalho (Antonio Fagundes) com ordem de prisão aos membros da família Melo. O exército trata os prisioneiros como escravos prendendo todos os homens da família no antigo tronco da propriedade Melo.

Direção de João Batista de Andrade. Brasil, 1999. Clique aqui (trailer)

04 – Libertários

Documentário de 28 minutos que narra parte da história do movimento operário brasileiro no final do século XIX e primeiras décadas do XX. Utilizando fotos, músicas e filmes da época, o filme descreve a influência dos anarquistas espanhóis, italianos e portugueses na conscientização do nascente operariado brasileiro. Com destaque para a greve geral de 1917 e a morte de um jovem anarquista espanhol, José Martinez, que pararam São Paulo. Realizado em plena ditadura militar, o documentário foi filmado pouco antes da greve dos metalúrgicos do ABC paulista e acabou se tornando material de trabalho de militantes ligados à causa social. Tem narração de Othon Bastos que chega a entrar em cena vestido como operário do começo do século XX para interpretar um texto. A música de Carlos Vergueiro foi composta para um poema retirado de um jornal operário, de autor desconhecido:

“Quem de três tira noventa, adivinha quanto fica/essa conta é que atormenta/que enferma e mortifica/os pobres dos proletários/nesse jogo de entre mês/ ganham 6 mil reis diários/gastam 300 por mês/ganham 6 mil reis diários/gastam 300 por mês/custa casa cento e tantos/o sapato custa trinta/roupa nem se sabe quanto/o vendeiro não se finta/médico, farmácia, pouca/ou bastante, mas é ali,/só mesmo ficando louco/com pensão no Juqueri/a feira só para os ricos/o armazém para os ricaços/ se houvesse ao menos um bico/ tivéssemos quatro braços/ trabalhava-se o dia inteiro/ à noite caísse no chão/ essa vida sem dinheiro/ não é de homem é de cão/ essa vida sem dinheiro/não é de homem é de cão”.

Direção de Lauro Escorel Filho. Brasil, 1976. Clique aqui

 05 – Chapeleiros

Documentário de 24 minutos sobre trabalhadores da fábrica de chapéus Vicente Cury, em Campinas, SP. A fábrica, fundada em 1920 e que teve o auge de sua produção nas décadas de 1940 a 1960, ainda utilizava maquinário do final do século XIX. O documentário (feito em 1978, mas só editado quatro anos depois) mostra o ritmo das máquinas, a moldagem do feltro, o trabalho repetitivo e sufocante junto das caldeiras onde os homens trabalham só de calção e encharcados de suor, a entrada da fábrica com os operários batendo o cartão de ponto (observe mulheres e menores). O prédio da fábrica foi desativado em 2012 e hoje resta somente a chaminé de tijolos, tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Artístico e Cultural de Campinas (Condepacc). A empresa, contudo, não desapareceu: foi transferida para Jaguariúna, uma cidade vizinha e continua fabricando chapéus. Uma curiosidade: a Cury ficou mundialmente famosa por ter criado o chapéu que o ator Harrison Ford imortalizou nos filmes da série “Indiana Jones”.

Direção de Adrien Cooper. Brasil, 1983. Clique aqui

Obs.: Os documentários “Chapeleiros” e “Libertários” foram reunidos em DVD pelo Instituto Moreira Salles. Acompanha livreto ilustrado com textos de Carlos Augusto Calil, da USP, e Michael M. Hall, da Unicamp. Tem, ainda, dois documentários extras – “Reminiscências de um projeto” e “Filmando Chapeleiros” que contextualizam essa ousada experiência de cinema proletário.

06 – Colônia Cecília. Uma história de amor e utopia

Uma ficção baseada na história da Colônia Cecília (1890 a 1894), a primeira tentativa efetiva de implantação do ideário anarquista no Brasil. Fundada no município de Palmeira, no estado do Paraná, por um grupo de libertários mobilizados pelo jornalista e agrônomo italiano Giovanni Rossi(1859-1943) que foi instigado pelo músico brasileiro Carlos Gomes a procurar D. Pedro II com o propósito de instaurar uma comunidade capaz de propulsionar um “novo tempo”, uma utopia baseada no trabalho, na vida e no amor libertário. A história da colônia é narrada a partir da jornada do casal italiano Fabrizio (Daniel Siwek) e Giulia (Carol Damião), que chega ao Paraná, em 1892, a convite de um tio, Casimiro (Roberto Innocente), sem saber ao certo o que iria encontrar.

Direção Guto Pasko. Brasil, 2011. Clique aqui

07 – La Cecilia, une commune anarchiste au Brèsil

A história da Colônia Cecília sob o olhar de um importante cineasta francês engajado no cinema político da década de 1970. A breve duração da colônia anarquista (1890-1894) está relacionada, entre outros fatores à mudança do regime político do Brasil. Criada em uma área doada por D. Pedro II, com o advento da República perdem a proteção da monarquia. As novas autoridades exigem que os colonos paguem impostos. Por outro lado, os companheiros que ficaram na Itália acusam os que imigraram de terem abandonado a luta no momento em que os sindicatos estão se organizando na península. Filme falado em italiano e português.

Direção de Jean-Louis Comolli. França/Itália, 1977. Clique aqui

08 – Menino de engenho

Filme baseado no romance homônimo de José Lins do Rego e filmado na Várzea do Paraíba, PB. A história se passa em 1920 e é narrada por Carlinhos que, aos quatro anos de idade, ficou órfão. Seu tio Juca vai buscá-lo para ir morar com seu avô em seu engenho Santa Rosa. A rotina do engenho com seus costumes e tradições encanta o menino: a chegada de um cangaceiro, as histórias contadas pelas negras, lendas de lobisomem etc.

Direção de Walter Lima Jr.. Brasil, 1965. Clique aqui

09 – Fogo morto

Baseado no romance homônimo de José Lins do Rego o filme é ambientado na Paraíba, por volta de 1910. Lula de Holanda (Othon Bastos), senhor do engenho decadente Santa Fé, onde vive com a mulher Marta (Mary Nebauer) e a filha Amélia (Ângela Leal), discute com o seleiro Zé Amaro (Jofre Soares) e o expulsa de suas terras. O seleiro é vingado pelo cangaceiro Antônio Silvino (Fernando Peixoto) que com seu bando invade o engenho.

Direção de Marcos Faria. Brasil, 1976. Clique aqui

10 – Deus e o diabo na terra do Sol

Filmado em Monte Santo e Cocoribó na Bahia, é considerado um marco do Cinema Novo e um dos mais representativos da filmografia do cineasta baiano Glauber Rocha. Tendo como referência a literatura de cordel, o filme conta a trajetória de fuga dos personagens Manuel (Geraldo del Rey) e Rosa (Yoná Magalhães), em uma realidade marcada pela seca, miséria, opressão, fanatismo religioso, cangaço e violência.

O Cinema Novo, nascido na década de 1950 em um grupo de jovens cineastas, propunha o rompimento com os modelos ditados por Hollywood e a criação de um cinema que retratasse a realidade social e cultural do país e fosse a expressão de uma identidade nacional. Sob o lema “uma câmara na mão e uma ideia na cabeça”, os entusiastas do Cinema Novo utilizavam cenários simples, poucos recursos visuais preferindo o filme em preto e branco que permitia maior contraste e jogo de sombras.

Direção de Glauber Rocha. Brasil, 1964.  Clique aqui

11 – Baile perfumado

Um filme inovador tanto na estética quanto na maneira de abordar o cangaço. Conforme Lírio Ferreira, um dos diretores, o filme revela um Lampião “já aburguesado, quase um gangster, que jogava baralhos com os coronéis e vivia de agiotagem e do comando de sequestros”. A reconstituição histórica foi enriquecida com a inclusão do pequeno documentário de 11 minutos realizado pelo libanês Benjamin Abrahão, nos anos de 1930, sobre o bando de Lampião e seu cotidiano. O filme de Abrahão foi proibido pela ditadura de Getúlio Vargas.

Direção de Paulo Caldas e Lírio Ferreira. Brasil, 1996. Clique aqui

12 – Corisco e Dadá

O Capitão Corisco (Chico Diaz), conhecido como Diabo Loiro, famoso por sua crueldade e valentia, rapta Dadá (Dira Paes) quando ela tinha 12 anos de idade. A partir desse acontecimento, a vida de Corisco se transforma por completo. Para a reconstituição histórica, o filme utiliza otografias da época e cenas do documentário de Benjamin Abrahão, feitas nos anos de 1930.

Direção de Rosemberg Cariry. Brasil, 1996. Clique aqui

13 – O cangaceiro

Um dos maiores sucessos do cinema brasileiro, o primeiro filme brasileiro a conquistar as telas do mundo.  Com diálogos criados por Rachel de Queiroz, conta a história do cangaceiro Galdino (Milton Ribeiro) e seu bando que rapta a professora Olívia (Marisa Prado) durante o assalto a um pequeno lugarejo. O cangaceiro Teodoro (Alberto Ruschel) apaixona-se por Olívia, sendo prontamente correspondido. Impulsionado por seu amor, ele resolve libertar Olívia. A partir daí, começa a saga de ambos, perseguidos como traidores por Galdino e pelas forças do governo. O próprio Lima Barreto atua no filme no papel de comandante de volante.

Direção de Lima Barreto. Brasil, 1953. Clique aqui

14 – O cangaceiro

Remake do clássico de 1953, o filme começa com os relatos do ex-cangaceiro Tico (Jofre Soares) preso por homicídio. Em flashback, ele narra a história do Capitão Galdino Ferreira (Paulo Gorgulho) e o rapto da professora Olívia (Ingra Liberato) cuja paixão pelo cangaceiro Teodoro (Alexandre Paternost) vai causar toda tragédia. O cantor e compositor Dominguinhos participa da produção, cantando os sucessos de Zé do Norte que fizeram parte da primeira versão.

Direção de Anibal Massaini Neto. Brasil, 1997. Clique aqui

15 – Canudos

Documentário com narração de Walmor Chagas que reconstitui a guerra de Canudos por meio de fotos de época e depoimentos de descendentes. Ganhador de vários prêmios em festivais de vídeos.

Direção de Ipojuca Pontes. Brasil, 1979. Clique aqui

 16 – Paixão e guerra no sertão de Canudos

Documentário com narração de José Wilker, sobre a epopeia sertaneja e seu líder no percurso de dezenas de cidades e povoados do Ceará, Pernambuco, Sergipe e Bahia. Reúne raros depoimentos de parentes de Conselheiro, contemporâneos da guerra, filhos de líderes guerrilheiros, historiadores, religiosos e militares. Premiado como melhor vídeo do X Rio Cine Festival Internacional de Cinema e Vídeo em 1994.

Direção de Antônio Olavo. Brasil, 1993. Clique aqui

17 – A matadeira

Documentário de 14 minutos sobre o massacre de Canudos a partir de um canhão inglês, apelidado pelos sertanejos de “matadeira” e que foi transportado por 20 juntas de bois através do sertão para disparar um único tiro. O ator Pedro Cardoso apresenta o argumento principal com um texto carregado de humor e ironia, e ilustrado por uma animação gráfica. Em paralelo, uma reconstituição, em estúdio, surge a imagem hiper-realista da “matadeira” causando forte impacto nos soldados.

Direção de Jorge Furtado. Brasil, 1994. Clique aqui

18 – Guerra de Canudos

A trajetória de uma família envolvida com o movimento de Canudos. Os pais, Zé Lucena (Paulo Betti) e Penha (Marieta Severo) entusiasmam-se com as palavras de Antônio Conselheiro (José Wilker) e resolvem acompanhá-lo. Luzia, a filha mais velha (Cláudia Abreu) rebela-se e foge de casa. Anos depois, em plena guerra, casada com um soldado (Tuca Andrada) mas atraída por um jovem oficial (Selton Mello), Luiza vai tentar salvar sua família quando o exército decide acabar de vez com Canudos. O filme destaca as opiniões conflitantes sobre o líder messiânico.

Direção de Sérgio Rezende. Brasil, 1997. Clique aqui (trecho).

19 – O arraial

Desenho animado com imagens que lembram a literatura de cordel. No sertão da Bahia, no final do século XIX, centenas de famílias seguem para o arraial de Belo Monte de Canudos, atraídas pelas promessas de Antônio Conselheiro.  Os belos efeitos da animação narrada por voz infantil é um forte atrativo para os alunos do Fundamental II.

Direção de Otto Guerra e Adalgiza Luz. Brasil, 1997. (13 min) Clique aqui

 20 – A Guerra dos Pelados

Uma produção grandiosa, filmado na cidade de Caçador, Santa Catarina e com elenco de grandes atores como Jofre Soares, Stênio Garcia, Otávio Augusto e Zózimo Bulbul.  O roteiro chegou a detalhes na guerra corpo a corpo e na estratégia militar.

Direção de Sylvio Back. Brasil, 1971. Clique aqui

21 – Abril despedaçado

Ambientado no Nordeste, em 1910, o filme discute aspectos do coronelismo. Tonho (Rodrigo Santoro), filho do meio da família Breves, é impelido pelo pai (José Dumont) a vingar a morte de seu irmão mais velho, vítima de uma luta ancestral entre famílias pela posse da terra. Tonho sabe que se cumprir a missão, será perseguido pela família rival, como dita o código de vingança da região. Tonho começa a questionar a lógica da violência e da tradição. É quando dois artistas de um pequeno circo itinerante cruzam o seu caminho.

Direção de Walter Salles. Brasil, 2001. Clique aqui (trailer).

22 – Eternamente Pagu

A história da escritora e ativista política Patrícia Galvão (Pagu), interpretada por Carla Camurati, que na década de 20 escandalizou a burguesia conservadora brasileira. Tornou-se musa da poesia modernista, conviveu com Tarsila do Amaral (Esther Góes) e Oswald de Andrade (Antônio Fagundes) com quem teve um romance. Filiou-se ao Partido Comunista e quase foi deportada para a Alemanha nazista. Depois de uma viagem ao exterior, voltou ao Brasil e foi presa. Libertada, rompeu com o partido e se dedicou ao teatro de vanguarda.

Direção de Norma Bengell. Brasil, 1988. Clique aqui

23 – O País dos Tenentes

Gui (Paulo Autran), um velho general da reserva, no dia em que é homenageado, entra em uma crise pessoal e começa a rememorar sua participação em diversos movimentos políticos desde a revolta dos “18 do Forte” passando pelo governo de Getúlio Vargas até o período militar dos anos 1960 e 1970. Contou com a pesquisa e assessoria dos historiadores Hélio Silva e Edgard Carone. Filmado à época da abertura política, o filme pretende fazer uma reflexão crítica da história brasileira mostrando o fim de um ciclo revolucionário iniciado em 1922 e culminado com a ditadura que teria corrompido o sonho tenentista. Leia mais a respeito no blog do diretor (clique aqui).

Direção de João Batista de Andrade. Brasil, 1987. Clique aqui

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